A Agência de Desenvolvimento Habitacional do Piauí (ADH) tem nova diretoria. A assistente social Gilvana Gayoso foi reconduzida ao cargo de diretora geral pelo governador do Piauí Wellington Dias. A empresa sai fortalecida com a incorporação de duas diretorias da Empresa de Gestão de Recursos do Piauí – Emgerpi: a diretoria de Regularização Patrimonial Imobiliário e a de Processos Imobiliários, transformadas em Diretoria de Regularização Fundiária Urbana. Segundo a assessoria de comunicação da agência, “após a fusão das duas instituições, a ADH incorporou a carteira imobiliária da Emgerpi com um total de 56.994 contratos, sendo 50.933 contratos da Cohab, com 49 conjuntos habitacionais na capital e 68 conjuntos habitacionais no interior do Estado, mais 681 contratos da carteira imobiliária de financiamentos do antigo Banco do Estado do Piauí (BEP) e 5.380 contratos do Instituto de Assistência e Previdência Privada do Estado do Piauí (Iapep/Funprev). Com a transferência desses trabalhos para ADH, é importante destacar as ações itinerantes realizadas pela Emgerpi como o Programa Minha Casa Legal, iniciado em 2015 no Piauí. De acordo com o último levantamento da Empresa cerca de 15.980 mutuários foram atendidos, isto é, conseguiram regularizar seus imóveis. Vale ressaltar que as atividades desenvolvidas de forma integrada, respectivamente, pela Diretoria de Regularização Patrimonial e Imobiliário – (DRPI) e pela Diretoria de Processos Imobiliários (DPI) conseguiram regularizar 6.011 imóveis, por meio do registro e averbação das áreas dos conjuntos habitacionais, além da entrega de ofícios de liberação de hipoteca, beneficiando, em média, 24 mil e 44 pessoas”. Segundo a diretora da ADH, em tempos de recessão o financiamento habitacional é o grande desafio do momento. “Mas, estamos trabalhando para fazer nossos projetos de habitação saírem do papel. É fundamental a retomada das contratações com recursos federais. Também estamos otimistas porque em breve, o Governo do Estado vai retomar o Programa Habitar Servidor através da Agência de Desenvolvimento Habitacional, com uma parceria com a Caixa Econômica Federal para construir o Residencial Tiradentes, localizado em uma área doada pela Polícia Militar do Piauí”, explicou ela. Gilvana garantiu que serão construídos cerca de 416 apartamentos para os policiais militares e civis que não possuem casa própria. Os imóveis serão financiados com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FGTS.
Publicado em 01/07/2019