Mutuários de baixa renda estariam entre aqueles que utilizam a internet para, por exemplo, baixar e imprimir a segunda via de boletos de pagamento da prestação do financiamento? Errou quem acha que não. A Prognum Informática foi uma das pioneiras a oferecer esse tipo de serviço pela internet, há mais de dez anos, através de aplicativos do Sistema de Controle de Crédito Imobiliário – SCCI Corp – e hoje os números comprovam que todos os investimentos neste sentido valeram muito a pena. A emissão da segunda via do boleto da prestação facilita a vida do mutuário, descongestiona o atendimento do agente financeiro e influi diretamente na arrecadação, de forma positiva. Na Companhia de Habitação de São Paulo, por exemplo, o percentual de prestações emitidas pelo SCCIWEB é de 24,6%. “Os mutuários têm várias opções para acessar a internet e fazer o download da segunda via de seu boleto. Eles podem utilizar uma lan-house, um computador pessoal ou do vizinho ou até mesmo acessar por meio dos telecentros que a companhia oferece. A Cohab-SP optou por limitar a emissão de boletos de primeira via somente para mutuários que tem menos de três prestações em atraso. Normalmente, o atendimento da companhia desvia este tipo de demanda (impressão de boleto) para o SCCIWEB, ficando com os casos mais críticos, onde se faz necessária avaliação por parte do próprio atendimento ou gestão”, explica Ricardo Moura, representante Prognum em SP. Na Cohab Curitiba, 12,57% dos pagamentos de segunda via de prestações são efetuados com boletos emitidos pelo SCCIWEB. Já na Companhia de Habitação do Paraná – Cohapar – esse número salta para 22,69%. “Podemos dizer que hoje o SCCIWEB é classificado como uma ferramenta obrigatória para os clientes. Note que no caso da Cohapar, representa quase um quarto de todos os boletos para cobrança de prestações em atraso. Muitos mutuários efetuam esta emissão utilizando a internet disponibilizada pelas prefeituras do Estado do Paraná. Sem o SCCIWEB, estes mutuários teriam dificuldades em adquirir estes boletos, o que poderia ocasionar uma perda de arrecadação”, avalia o representante Prognum, Kleber Pereira.