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Curitiba tem 7.083 imóveis para entregar nos próximos dois anos

60% do total são imóveis destinados a famílias com renda até três salários mínimos

A Companhia de Habitação de Curitiba informou que o programa habitacional do município tem atualmente 7.083 unidades em obras para entrega nos próximos dois anos. A maior parte das construções, em canteiros espalhados por 11 bairros e 8 regionais, atendem a famílias com renda de até três salários mínimos. “Estamos atuando com prioridade na faixa mais carente da população, resolvendo o problema de moradia de quem mais precisa da ação do poder público. As obras atendem famílias que vivem em situação de risco na beira dos rios, além daquelas que estão inscritas na Cohab porque moram de favor ou têm uma despesa excessiva com aluguel”, diz o prefeito Luciano Ducci. Das sete mil unidades em obras, 60%, ou 4.259, estão destinadas a famílias com renda de até três salários mínimos – segmento onde se concentra a maior demanda do programa habitacional. As outras 2.824 unidades em construção irão atender famílias com renda entre três e seis salários mínimos. As novas moradias atenderão aos grupos que fazem parte da clientela da Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab), responsável pela execução do programa habitacional. As obras, aponta a Cohab-CT, estão sendo executadas em parceria com a Caixa Econômica Federal, com recursos do município e dos programas Minha Casa, Minha Vida e PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). A maior concentração de obras está no bairro do Ganchinho, onde estão em andamento oito empreendimentos, com um total de 2.858 unidades – entre casas, sobrados e apartamentos. No Tatuquara, há mais sete empreendimentos, com 1.289 unidades. Na CIC são mais seis canteiros de obras, com 1.045 unidades. No bairro Cachoeira, são três projetos em andamento, com 780 unidades. No Santa Cândida, há dois empreendimentos e 389 unidades e no Alto Boqueirão, dois canteiros com 261 unidades. As outras obras estão localizadas nos bairros do Uberaba (176 unidades), Sítio Cercado (152), São Miguel (82), Parolin (41) e Mossunguê (10). “Todos os empreendimentos estão localizados em áreas de expansão, onde a Prefeitura está investindo para melhorar a infraestrutura e a oferta de serviços públicos. Isso porque em Curitiba a moradia está inserida num contexto de desenvolvimento urbano e há um entendimento de que, além da casa, o programa habitacional deve proporcionar às famílias acesso a todos os benefícios da cidade”, diz o presidente da Cohab, João Elias de Oliveira

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