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Banco Central estuda diminuição do prazo de concessão de empréstimo pessoal com garantia de imóvel

O objetivo é fazer o home equity deslanchar de vez no país

O Banco Central anunciou que poderá promover medidas para diminuir o prazo de concessão de empréstimo pessoal com garantia de imóvel no Brasil, operação conhecida como home equity. O objetivo seria promover e fazer com que esse mercado deslanche de vez. Uma das possibilidades estudadas pelo Bacen é a adoção da modalidade guarda-chuva e a portabilidade. Segundo o Presidente do banco, Roberto Campos Neto, o home equity tem o potencial de liberar R$ 500 bilhões na economia brasileira. Hoje, o estoque do equity no Sistema Financeiro Nacional (SFN) é de R$ 11,3 bilhões, depois de sucessivas quedas. A garantia guarda-chuva, consolidada no mercado norte-americano, permite que o tomador do empréstimo faça diferentes operações com um mesmo imóvel dado como lastro, até que atinja o limite de crédito pré-aprovado no banco. O mercado de garantia guarda-chuva está focado na pessoa jurídica, mas o Bacen quer oferecer a modalidade para pessoas físicas e diminuir o prazo de liberação da linha (são em média 52 dias, que deve ser cortado para menos da metade desse prazo). O Bacen também quer aprimorar as regras de portabilidade para o setor, abarcando a migração de dívidas mais caras e de diferentes modalidades para o home equity.

Publicado em 01/11/2019

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