No início de março, a Companhia de Habitação do Paraná assinou contrato com as prefeituras de Farol, Iretama, Juranda, Quarto Centenário, Rancho Alegre D’Oeste e Roncador para a titulação de 1.091 moradias em situação irregular. Tal iniciativa faz parte do programa Morar Legal Paraná e nela serão investidos aproximadamente R$ 2 milhões em recursos do tesouro estadual. A Cohapar anunciou que pretende regularizar cerca de 45 mil imóveis sem documentação até o fim de 2018. O número é maior do que a soma de todas as regularizações feitas pela companhia, fundada em 1965. “Este é o maior programa de regularização fundiária da história do Paraná e o maior em execução no Brasil”, declara. “Isso é possível pela prioridade com que o governador Beto Richa trata o setor habitacional”, disse o presidente da Cohapar, Abelardo Lupion. Segundo ele, o custo do serviço, que normalmente chega a R$ 4.500, fica por uma média de R$ 1 mil com possibilidade de parcelamento a ser pago apenas após o recebimento da escritura. Segundo o diretor de Regularização Fundiária da Cohapar, Nelson Cordeiro Justus, idealizador do programa, o trabalho gera múltiplos benefícios para a população e os municípios. “Com o título de propriedade, as famílias podem transferir os imóveis ou obter financiamentos para melhoria de suas casas, por exemplo. Além disso, a arrecadação municipal aumenta com a cobrança do IPTU e pode ser revertida em melhorias para as próprias comunidades agora regulares”, disse.
Publicado em 01/04/2018