Foi realizado no dia 5 de setembro o primeiro sorteio de moradias da Parceria Público-Privada (PPP) da Habitação em São Paulo. O governador Geraldo Alckmin participou pessoalmente do evento, que apontou as famílias que irão morar nos 626 apartamentos na região central da capital. Os inscritos têm renda familiar mensal bruta de R$ 810 a R$ 4.344 e não são proprietários de imóvel próprio ou financiado, nem são atendidos por programa habitacional público. No total, segundo o governo de Estado, essa PPP prevê a construção de 3.683 moradias, com 2.260 habitações de interesse social (HIS). Os sorteios referiam-se a 510 unidades dos três primeiros blocos do Complexo Júlio Prestes (que está em obras, no terreno da antiga rodoviária da capital), 91 unidades que estão em fase final de construção na alameda Glete, e ainda 25 apartamentos do Conjunto Habitacional Bela Vista, construídos pela CDHU na rua Conde de São Joaquim, na região central. “É um dia importante. Estamos fazendo um mega sorteio, de 626 apartamentos na Alameda Glete, na Júlio Prestes e na Bela Vista. Esse é um grande programa de PPP da Habitação”, declarou o governador, durante o sorteio, realizado pela Secretaria da Habitação em parceria com o IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas), que forneceu o software de sorteio, e a Prodesp, com auditoria da TUV Rheinland. Ele disse que há quatro objetivos principais da PPP da Habitação. “Primeiro, é moradia para quem não tem. O segundo é geração de empregos: estamos falando aqui, entre empregos diretos e indiretos, de mais de 7 mil empregos em São Paulo. Terceiro é aproximar família, moradia e trabalho. A gente vai aproximar a moradia do trabalho e, com isso, melhorar a qualidade de vida da população. E quarto, recuperar o centro de São Paulo, o centro expandido, trazendo de volta as famílias para morarem na região”, listou ele.
Publicado em 02/10/2017