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Principal desafio é a escassez de recursos, diz nova Secretária Nacional de Habitação

Maria Henriqueta Ferreira Alves informou que recursos caíram de R$ 22 bilhões para R$ 6 bilhões

“De 2001 a 2014, tínhamos R$ 22 bilhões destinados ao Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV) pelo Ministério das Cidades. Neste ano, o valor baixou para R$ 6 bilhões. Nessa situação, precisamos fazer uma boa gestão com o dinheiro que temos. Há, hoje, 67 mil unidades paralisadas. Vamos retomar as obras assim que o fundo de caixa permitir. Com a inadimplência do programa, temos como meta a continuidade das ações por meio de medidas como a manutenção do fluxo de caixa das operações em andamento e a retomada das obras paralisadas.” A afirmação é da nova secretária nacional de Habitação, Maria Henriqueta Ferreira Alves, ao participar, no dia 20 de junho, da reunião mensal da vice-presidência de Habitação Econômica do Secovi-SP. A secretária foi convidada para falar do tema “Presente e Futuro do Programa Minha Casa Minha Vida: as perspectivas com as atuais mudanças de Governo e da Caixa”. Segundo ela, o principal desafio da Pasta é enfrentar a escassez de recursos, e o aumento da inadimplência é apontada como uma grande dificuldade. Segundo a secretária, o último relatório do Ministério das Cidades apontou que, em maio deste ano, 28,8% dos mutuários do Minha Casa Minha Vida estavam em atraso há mais de 90 dias.

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