seta
Prognum Informática

Informações relevantes do mercado do Crédito Imobiliário

Notícias - Maio de 2016

 

SCCI Corp 8.60: Cliente pode criar seu próprio help no CorpWeb

Novidade torna o sistema ainda mais amigável e versátil

A Prognum Informática tem dado continuidade ao trabalho realizado no CorpWeb, que vem a ser a nova interface do SCCI Corp, acessado por browser e totalmente configurável. Hoje, toda a Originação já é oferecida dentro desta proposta, e parte da Gestão também. Na versão 8.60, com distribuição aos clientes em 6 de junho, a novidade é a possibilidade de o cliente criar seu próprio “Help “ no CorpWeb. Desta forma, o sistema se torna ainda mais amigável e versátil. A novidade funciona da seguinte forma: o cliente pode configurar um botão no CorpWeb, que, clicado, chama uma nova página, em “html”, no “browser”, cujo conteúdo pode ser integralmente definido por ele. “A ideia do CorpWeb é que o cliente possa, de fato, personalizar todas as telas, apresentando o sistema com o seu padrão, do seu jeito e a partir de suas necessidades. Nós cuidamos das engrenagens, mas o cliente, se assim desejar, é quem define as telas”, afirma o presidente da Prognum Informática, Sergio Vieira.

Casa própria tem R$ 4,42 bilhões em março, aponta a Abecip

Valor é 37,8% maior do que o apurado em fevereiro

O setor de crédito imobiliário apresentou uma recuperação pontual em março, quando o volume de empréstimos para a compra da casa própria alcançou R$ 4,42 bilhões. Tal valor é 37,8% maior do que o apurado em fevereiro, no entanto ficou 48% abaixo do mesmo mês, no ano passado. “No primeiro trimestre, foram financiados R$ 10,9 bilhões, montante 54,6% inferior ao registrado em igual período do ano passado. Em março, 19,6 mil imóveis foram financiados nas modalidades de aquisição e construção. Esse resultado se mostra mais robusto em relação a janeiro e fevereiro, com expansão mensal de 33,6% em relação ao mês anterior. Mas, em termos anuais, houve queda de 46,9%. Nos três primeiros meses de 2016, foram financiados 47,8 mil imóveis, recuo de 56,4% em relação ao mesmo período de 2015, quando 109,5 mil unidades foram objeto de financiamento bancário. Tomando-se um período mais dilatado, o financiamento imobiliário viabilizou a aquisição e a construção de 279,8 mil imóveis nos 12 meses encerrados em março, com redução de 46,6% relativamente à quantidade financiada nos 12 meses anteriores”, informou a Abecip - Associação Brasileira de Empresas de Crédito Imobiliário e Poupança -, em nota publicada em seu site, em www.abecip.org.br.

Cohab-SC entrega 30 casas e 28 reformas em Entre Rios

No total, foram investidos R$ 985 mil, a maior parte financiada pelo Programa Nacional de Habitação Rural

A Companhia de Habitação do Estado de Santa Catarina, em parceria com a Prefeitura de Entre Rios, inaugurou, em 18 de maio, 30 novas moradias e entregou 28 reformas a famílias de baixa renda no município da região oeste de Santa Catarina. O investimento total nesta ação na cidade foi de R$ 985 mil. O diretor-presidente da companhia, Ronério Heiderscheidt, e o prefeito João Maria Roque participaram pessoalmente da entrega das chaves, em cerimônia realizada na sede da administração municipal. As unidades contam com uma área de 42,71 m², com dois quartos, banheiro, área de serviço, sala e cozinha conjugadas. A construção dessas unidades consumiu R$ 855 mil, por meio do Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR). As reformas, por sua vez, foram viabilizadas por conta do programa Cohab Cidadã, ao custo de R$ 130 mil. Foram beneficiadas 28 famílias com renda mensal menor do que dois salários-mínimos.

Codhab DF discute políticas públicas para a habitação

Reuniões serão semanais, promete presidente da companhia

O presidente da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal, Gilson Paranhos, participou, em 16 de maio, de uma reunião com a diretoria da Secretaria de Estado de Gestão do Território e Habitação (Segeth) e Secretaria de Estado de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sinesp), para discutir políticas públicas para a habitação no Distrito Federal. O encontro aconteceu no posto de assistência técnica no Buritizinho, em Sobradinho II. Segundo a Codhab, tais encontros acontecerão semanalmente em áreas de regularização de interesse social, “para que os órgãos públicos possam conhecer a realidade desses locais e fazer com que as propostas e os projetos sejam pensados, propriamente, para o local em que serão aplicados”. Paranhos ressaltou a importância de se trabalhar junto à comunidade, para que se possa entender as necessidades locais. “O poder público não pode querer produzir uma cidade já consolidada. Devemos orientar e ordenar seu crescimento”, disse ele. Além da reunião, servidores da Codhab, Segeth e Sinesp fizeram uma visita aos canteiros de obras do local e conversaram sobre projetos para a área.

CDHU realiza sorte de 175 moradias em Cafelândia

Investimentos somam R$ 19 milhões. Unidades têm sistema de aquecimento solar

A CDHU - Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano -, braço operacional da Secretaria de Estado da Habitação do Estado de São Paulo, realizou em maio sorteio de 175 moradias em Cafelândia, na região de Bauru. Primeiro, foram sorteadas 31 unidades do Empreendimento Cafelândia F; depois, outras 144 do conjunto Cafelândia G. O secretário de Estado da Habitação, Rodrigo Garcia, e o prefeito Luís Otávio Conceição de Carvalho, estiveram pessoalmente nos sorteios, dos quais participaram 1.378 famílias. Segundo a CDHU, das 175 casas, 14 foram destinadas a portadores de deficiência, dez a idosos, duas para policiais e agentes penitenciários e três para indivíduos sós. Os imóveis têm 56,57m² de área construída, com dois quartos, sala, cozinha, banheiro e área de serviço. Em todas unidades foram utilizados piso cerâmico em todos os cômodos, azulejo até o teto no banheiro e nas paredes hidráulicas da cozinha e do tanque, laje, estrutura metálica no telhado, muro de divisa entre os lotes, esquadrias de alumínio e sistema de aquecimento solar para água do chuveiro. Segundo a CDHU, o investimento foi de R$ 19 milhões – R$ 3,8 milhões para o conjunto habitacional G e R$ 15,2 milhões para o conjunto F. Garcia disse que, apesar da crise, São Paulo “está trabalhando e procurando mostrar que tem muita gente séria que procurar fazer o bem comum”.

Cohab Campinas publica edital para interessados em empreender lotes de interesse público

O objetivo é combater o deficit habitacional no município

A Cohab Campinas publicou no Diário Oficial do município, em 10 de maio, edital de chamamento a proprietários de áreas interessados em empreender Lotes de Interesse Público. Segundo a companhia, “trata-se do primeiro passo para a implementação de conjuntos de lotes urbanizados no município, como forma de combater o deficit habitacional municipal e favorecer os processos de regularização fundiária pendentes no município”. A Lei Complementar 145, sancionada em 13 de abril de 2016, instituiu o Plano de Loteamentos de Interesse Público, com previsão de lançamento de lotes para a Faixa 1 (renda familiar até R$ 1,8 mil), Faixa 2 (renda familiar de R$ 1.801 a R$ 2.350) e Faixa 3 (acima de R$ 2.350) nas cinco regiões da cidade, com autofinanciamento e implantação de toda a infraestrutura. Com o lançamento do edital, a Cohab Campinas quer atrair a atenção de proprietários de áreas particulares e estabelecer parcerias. “Temos um deficit habitacional de cerca de 34 mil moradias e muitos dos processos de regularização fundiária dependem da disponibilidade de unidades habitacionais, para acelerar os serviços. Não temos escolha, a não ser enfrentar essas dificuldades e propor novas soluções, mesmo diante do atual cenário político e econômico”, explicou a secretária de Habitação e presidente da Cohab Campinas, Ana Maria Minniti Amoroso.

Cohab Bauru muda horário para atender melhor

Companhia muda horário de almoço, após perceber maior demanda entre 13 e 14 horas

Para prestar um melhor atendimento aos seus mutuários, a Companhia de Habitação Popular de Bauru anunciou uma mudança no horário de expediente dos funcionários e do atendimento ao público em geral. Um levantamento realizado pela companhia observou que a maior procura acontece entre as 13 h e 14 h, justamente na hora do almoço. Assim, para evitar que essa demanda não seja prontamente atendida, o funcionamento da Cohab passou a ser das 8 h às 12 h e das 13 h às 17 h. Segundo a Cohab, “o objetivo é otimizar os trabalhos e proporcionar aos mutuários, clientes e fornecedores mais tempo de atendimento”. Todos os mutuários foram devidamente informados da mudança, por meio dos boletos de prestação.

Demhab assina contratos do loteamento do Bosque, na zona norte de Porto Alegre

Mais de 200 contratos já foram assinados, de um total de 340 imóveis

O Departamento Municipal de Habitação de Porto Alegre (Demhab) anunciou que assinou, em 21 de maio, os contratos do Loteamento do Bosque, localizado na zona Norte de Porto Alegre. Segundo a companhia, “gestores e técnicos trabalharam no desenvolvimento dos projetos necessários para regularização da área e individualização dos lotes, gerando assim as matrículas que viabilizaram a cada morador a aquisição dos lotes”. A assessoria de comunicação da empresa informou que “as lideranças do Loteamento do Bosque tiveram papel importante no processo, sempre atentas e acompanhando cada etapa junto à direção do Demhab. O processo de contratação é feito diretamente na coordenação de crédito imobiliário do Demhab, desburocratizado, oportunizando sempre a escolha da melhor condição à família ocupante do lote, a um valor acessível, bem abaixo do valor de mercado”. Já foram assinados mais de 200 contratos, de um total de 340 imóveis.

Cohapar comemora 51 anos

Nada menos do que 293 mil famílias foram atendidas nesse período

A Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar) completou, em maio, 51 anos de fundação. Segundo a companhia, há muito o que comemorar. Em sua história, foram atendidas nada menos do que 293 mil famílias do Paraná, tanto na cidade como no campo, além realizadas de milhares de reformas e titulações de imóveis. “O Paraná promove uma verdadeira revolução habitacional, nunca na história foram atendidas tantas famílias com casa própria no nosso Estado”, disse o presidente da Cohapar, Abelardo Lupion, fazendo questão de destacar o empenho e a preocupação do governador Beto Richa com a questão da habitação. Lupion destacou, ainda, o trabalho realizado no interior do estado do Paraná. “Nunca tivemos tantos investimentos nas pequenas cidades. Estes municípios precisam do apoio técnico do governo para conseguir recursos e, desta forma, construir mais moradias”, afirmou ele. A Cohapar informou que tem projetos em andamento para a construção de mais 12,8 mil moradias com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Os investimentos previstos para tais unidades alcançam R$ 900 milhões. Do total, 5,3 mil moradias, em 83 diferentes municípios, já estão em processo de licitação.

Cohab Curitiba: 832 unidades para quem tem renda acima de R$ 1,6 mil

Moradias ficam nos municípios de Araucária, Campina Grande do Sul, Fazenda Rio Grande e São José dos Pinhais. Há imóveis na região metropolitana

A Companhia de Habitação Popular de Curitiba ofereceu, para inscritos na fila da casa própria com renda acima de R$ 1,6 mil (faixas 2 e 3), em maio, 832 moradias, nos municípios de Araucária, Campina Grande do Sul, Fazenda Rio Grande e São José dos Pinhais. Os convocados e interessados participaram de reuniões na Cohab, quando receberão todas as informações sobre os empreendimentos e as condições do financiamento. De acordo com a companhia, todos os conjuntos oferecidos têm investimentos do Governo Federal, por meio do programa Minha Casa Minha Vida. Já os imóveis ofertados na região metropolitana foram construídos por meio de parceria da Cohab e a iniciativa privada. O Residencial Canadá, por exemplo, em Araucária, oferece 400 apartamentos de dois quartos. Já o conjunto Residencial Marumbi, em Campina Grande do Sul, conta com 47 casas, com 63 m². O Residencial Green Portugal, em Fazenda Rio Grande, tem 200 lotes de 120 m² e fica no município de Fazenda Rio Grande. Há, ainda, 65 unidades de dois quartos no Residencial Milano, em São José dos Pinhais.

Caixa não tem mais verba para financiar imóveis entre R$ 225 mil e R$ 500 mil

Banco ainda tem dinheiro, mas para imóveis até R$ 225 mil ou entre R$ 500 mil e R$ 750 mil

Desde o final de abril, a Caixa Econômica Federal não tem mais recursos para aprovar novos financiamentos da casa própria no valor entre R$ 225 mil em R$ 500 mil. Isso aconteceu praticamente dois meses depois do banco receber uma injeção de R$ 7 bilhões para financiar a compra da casa própria pela linha Pró-Cotista FGTS, uma das mais vantajosas do mercado. Segundo a Caixa, foram emprestados R$ 2,92 bilhões liberados pelo Conselho Curador do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) até fevereiro. Ainda sobraram nos cofres do banco algo em torno de R$ 2 bilhões e R$ 3 bilhões na linha, mas os recursos precisam ser destinados a imóveis de até R$ 225 mil ou entre R$ 500 mil e R$ 750 mil. A Caixa solicitou ao Conselho Curador permissão para utilizar livremente o dinheiro que sobrou. Segundo o jornal Folha de São Paulo, “as reclamações cada vez mais frequentes de atrasos na concessão de empréstimos de contratos já aprovados levaram a Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH) a entrar, no final de abril, com uma ação coletiva na Justiça Federal de Minas Gerais pedindo indenização por perdas a mutuários. O argumento é que muitos estão tendo que pagar multas por não terem respeitado o prazo em contratos com os vendedores de imóveis, justamente devido à demora na aprovação do financiamento pela Caixa”. O setor jurídico da ABMH classificou a situação como um problema crônico e disse que espera pela Justiça para saber se a ação se restringirá a Minas Gerais ou terá cobertura em todo o país.

Prestação do programa Minha Casa Minha Vida sobe até 237,5%

Prestação passará de R$ 80 para R$ 270 para quem tem rendimento entre R$ 1.200 e R$ 1.800

As prestações do programa Minha Casa, Minha Vida serão reajustas, em julho, em até 237,5%, passando de R$ 80 para R$ 270 mensais. É o caso dos mutuários que têm rendimento entre R$ 1.200 e R$ 1.800. Já a prestação de quem tem renda até R$ 800 subirá 220%, de R$ 25 para R$ 80. O ministério das Cidades pontuou que os reajustes passam a valer para contratos assinados com a Caixa Econômica e Banco do Brasil a partir de 1º de julho. Em nota, o ministério explicou que o aumento se deve à “atualização dos custos da construção e às melhorias estabelecidas nesta nova fase”. O governo negou que os reajustes seriam a forma de compensar a alta inadimplência dessas faixas no programa, hoje na faixa de 23%. Segundo o ministério das Cidades, “verifica-se que a inadimplência está mais relacionada a outros fatores do que ao valor da prestação”.

Caixa garante meta de 2 milhões de unidades do programa Minha Casa Minha Vida

Banco desmente ministro, que garantiu haver dezenas de milhares de unidades prontas, mas não entregue aos beneficiários

A Caixa Econômica Federal desmentiu o novo ministro das Cidades, Bruno Araújo, que afirmou haver “dezenas de milhares de unidades” prontas no Programa Minha Casa Minha Vida, que não foram entregues devido à agenda dos ex-ministros do governo afastado. Além disso, o banco garantiu que a meta de contratação de 2 milhões de unidades do programa até 2018 está mantida, embora Araújo tenha defendido a revisão desse montante. Durante a campanha eleitoral, Dilma Rousseff prometeu entregar 3 milhões de moradias na terceira etapa do programa, mas, em fevereiro, anunciou que a meta seria 2 milhões de unidades. Segundo a assessoria de imprensa da Caixa, 46,2 mil unidades da faixa 1 do programa (famílias que ganham até R$ 1,8 mil) estão com as obras concluídas, em fase de legalização para serem entregues aos beneficiários. Desse total, 15,5 mil foram construídas em cidades do interior do país, com menos de 50 mil habitantes. A Caixa diz que a demora na entrega depende de trâmites burocráticos, como habite-se e averbação, além da finalização de obras de ligação da rede de esgoto, água e energia elétrica. O ministro Bruno Araújo disse que irá propor ao presidente Michel Temer que o governo faça uma única solenidade de entrega das chaves simbólica. A atual presidente da CEF, Miriam Belchior, ocupa o cargo desde o início do ano passado. Gilberto Occhi, funcionário de carreira da Caixa e ex-ministro da Integração e Cidades, é o mais cotado para substituí-la. Como o assunto acabou criando uma polêmica, o ministro das Cidades emitiu nota, onde afirma que “estamos em um momento de transição, em hipótese alguma falaríamos em uma suspensão do programa Minha Casa Minha Vida. O que estamos fazendo é sendo cautelosos”.

Emissão de LCI despenca em abril

Valor apurado é 40% menor, se comparado a abril de 2015

A emissão de Letra de Crédito Imobiliário (LCI) atingiu, em abril, R$ 9,7 bilhões, o menor valor desde novembro de 2013 e 40% menor do que o valor apurado no mesmo mês, no ano passado. Especialistas culpam o cenário de recessão e a restrição de crédito. Produto de renda fixa lastreada em empréstimos bancários para o setor imobiliário, a LCI teve forte expansão entre os anos de 2013 e 2015, se tornando um dos produtos mais populares entre investidores (pessoa física). Segundo dados da Cetip (Central de Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos), em março 897,9 mil investidores tinham aplicação em LCI. “A desaceleração da economia fez com que os investidores ficassem menos propensos a tomar empréstimos, e os bancos, do outro lado, restringiram o crédito com receio de inadimplência. Com menor necessidade de captar recursos, os bancos reduziram o ritmo de novas emissões. Por isso, quem busca investir em LCI tem tido mais trabalho para encontrar opções vantajosas. O investidor precisa fazer contas e comparar. Alguns bancos vendem LCI a 80% do CDI por causa da isenção de IR, e CBD com taxa perto de 100% do CDI. Ainda pode ter alguma vantagem, mas ficou muito pequena”, disse o coordenador do Laboratório de Finanças do Insper, Michael Viriato ao jornal O Estado de São Paulo.

Cadastre-se e receba noticias no seu email
Nome*: Email*: Empresa:
* campos de preenchimento obrigatório
voltar